Já havia sido anunciado há uns tempos mas, no entanto, o «post» parece que morreu. Aqui fica então a «lembrança», nomeadamente para os mais distraídos! 
Como podem ver pelo «flyer», podem começar já a tratar de reservar os vossos bilhetes. O "Music Box" é uma sala pequena, portanto não se atrasem! As entradas vão ser mesmo limitadas...
O «afterparty» está marcado para o "Transmission" (logo ali ao lado...): o espaço é maior e as bebidas são mais baratas (pormenor sempre importante...)! 
CU there
KemikaFieds(live) + Voodoo (dj) @ Crew Hassan
26 de Dezembro ás 22h
Rua das Portas de Santo Antão
nº159 - Lisboa
(perto do Coliseu dos Recreios)
http://www.myspace.com/kemikafields
atenção que no flyer menciona sexta-feira mas é realmente na quarta-feira, dia 26Dezembro

AMODALI (uk)
Amodali é uma artista experimental, que utiliza a voz como meio de exploração de estados de transe e magia sexual. Criando esculturas sónicas e vocalizações de sentido primordial, que dão forma a um vocabulário bizarro de realidades mágicas.
As suas composições misturam sons digitais e analógicos, formando uma cortina visceral de ruído e electrónica, dando corpo a paisagens sonoras provenientes das entranhas da consciência.
Amodali está associada ao projecto Mother Destruction e 6Comm, que durante dez anos manteve em colaboração com Patrick Leagas (Death in June).

Jon Michael B'Eirth ( B'ee - IN GOWAN RING / BIRCH BOOK) é um dos últimos de uma quase extinta casta, a do trovador peregrino. Ao mesmo tempo é um dos primeiros, um dos precursores de uma nova geração de músicos Folk, nascida gentilmente nos anos 90, após uma época de cerca 15 anos praticamente deserta a nível musical na onda Folkrock, mundialmente. Por volta dos anos 70, as bandas Folk-rock, os compositores e trovadores, ou se extinguiam ou se dispersavam numa trivialidade (tirando umas raras e boas excepções), e essa era transitória durou até aos fins de 80, inícios de 90, quando artistas da emergente World Serpent restauraram os trilhos criados nos 60 e inícios de 70. Foi nesta altura que o jovem B'ee se juntou à World Serpent e apenas com 2 álbuns se tornou um dos artistas mais notáveis desta editora e da cena Folk então restaurada. Desde essa altura e até hoje tem sido um solitário e itinerante trovador e com os seus sons Folk Psicadélico e as suas baladas de despedaçar corações, tem ocupado espaço em muitos destes nos últimos 15 anos. IN GOWAN RING não se distingue unicamente por estes trâmites mas também pelo seu perfeccionismo e autodidactismo profissional. Ele é um entre poucos que toca uma miríade diversa de instrumentos e desenha, constrói e recupera-os ele próprio. Um menino prodígio com um coração enorme cheio de tristeza e flores...

Olá! Assim que tenha mais alguns detalhes, colocarei os mesmos aqui. Gostaria no entanto de confirmar a data de 20 de Outubro em Lisboa, no "MusicBox", para os "Deadboy" e os australianos "Angelspit".
A organização é da "Elegy" e o preço do ingresso será de "amigo" (disse-me um "passarinho" - 13€ com direito a uma bebida, à venda no local no próprio dia). 
Confirmo também o "after party" no "Transmission", a começar logo depois do concerto. Os portadores de bilhete do concerto não pagam entrada no "Transmission". Os DJs vão ser:

A celebrar mais de 25 anos de carreira, os Attrition vão estrear-se este ano em Portugal, com 2 datas, em Lisboa e no Porto. Pioneiros de uma electrónica mais dark, emergiram no início dos anos 80 ao lado de grandes nomes como Coil, Test Department e In the Nursery, como parte da cena Industrial britânica. Martin Bowes, influenciado pelas ideologias punk, daquele tempo, e pela estética da arte experimental, nunca se prendeu a um único estilo musical, levando a sua música a identificar-se com diversas correntes tais como o darkwave, a electrónica, o gótico, o experimental e o industrial.

A celebrar mais de 25 anos de carreira, os Attrition vão estrear-se este ano em Portugal, com 2 datas, em Lisboa e no Porto. Pioneiros de uma electrónica mais dark, emergiram no início dos anos 80 ao lado de grandes nomes como Coil, Test Department e In the Nursery, como parte da cena Industrial britânica. Martin Bowes, influenciado pelas ideologias punk, daquele tempo, e pela estética da arte experimental, nunca se prendeu a um único estilo musical, levando a sua música a identificar-se com diversas correntes tais como o darkwave, a electrónica, o gótico, o experimental e o industrial.